Qualidade de vida em mulheres com Incontinência Urinária
Introdução
A Incontinência Urinária (IU) é uma patologia conhecida pelo impacto negativo
que causa em diferentes domínios da vida da mulher, não só a nível físico mas
também a nível psíquico, emocional e social, com custos substanciais a nível
económico (Botlero, Urquhart, Davis, & Bell, 2008). Pode afetar mulheres de
todas as idades, influenciar a saúde uroginecológica e a Qualidade de Vida (QV)
da mulher e família (Correia, Dinis, Rolo, & Lunet, 2009).
Em Portugal e, de acordo com a Associação Portuguesa de Urologia, estima-se que
existam 600 mil pessoas incontinentes nos diferentes grupos etários, entre os
45 e os 65 anos de idade, sendo a proporção de casos de incontinência urinária
de três mulheres para cada homem. Cerca de 50% das pessoas institucionalizadas
sofrem de incontinência urinária e apenas 10% da população faz tratamento
farmacológico, sendo a taxa de cura da incontinência de esforço de 90%
(Associação Portuguesa de Urologia [APU], 2010). Esta problemática é muitas
vezes negligenciada ao nível da saúde uroginecológica da mulher, tanto pelas
próprias, quanto pelos profissionais de saúde, quer por desconhecimento ou por
falta de sensibilidade, negligenciando-se a sua verdadeira extensão e impacto.
As mulheres com IU ficam frequentemente afetadas pela sua condição física e
tendem a limitar as suas atividades de âmbito social, não tendo
consciencialização de que se trata de uma patologia, de um modo geral tratável,
sendo que no seu imaginário, esta situação está muitas vezes associada ao
próprio processo natural de envelhecimento. Por estar estritamente relacionada
com a vida íntima da mulher, muitas vezes assiste-se a uma certa relutância em
abordar este assunto, ou procurar ajuda para a resolução do problema, e estas
mulheres acabam por se isolar, familiar e socialmente, com implicações
agravadas pelo adiamento ou ausência de tratamento. Pelo exposto, o presente
estudo tem como objetivos avaliar a perceção da QV das mulheres com IU;
analisar a influência do tipo de IU na QV e analisar a influência das variáveis
sociodemográficas, obstétricas e ginecológicas na QV.
Enquadramento
A incontinência urinária, ou perda involuntária de urina é uma patologia que
afeta sobretudo as mulheres e pode ser classificada de esforço - quando ocorre
após esforço, tosse ou espirro; de urgência - quando a vontade de urinar é
súbita e incontrolável; e mista - quando existem sinais e sintomas dos dois
tipos mencionados (Botelho, Silva, & Cruz, 2007).
É reconhecida como um problema orgânico objetivo, de etiologia multifatorial, e
com consequências nefastas a nível físico e bem estar (higiene, mau odor e
vestuário molhado); psicológico (diminuição da autoestima e autoconceito,
aumento dos níveis de stresse, humor depressivo ou depressão); sociocultural
(isolamento social e diminuição das atividades relacionais), profissional
(absentismo laboral, menor produtividade ou mesmo alteração radical dos ritmos
de trabalho); e económico-financeiro (despesa acrescida em roupa interior,
fraldas, entre outros). Estas consequências conduzem a uma pior qualidade de
vida das mulheres nos diferentes grupos etários (Lasserre et al., 2009; Basak,
Kok, & Guvenc, 2013).
Apesar das perdas involuntárias de urina interferirem de forma devastadora na
qualidade de vida das mulheres, a incontinência urinária feminina continua a
ser sub-diagnosticada e sub-tratada. Estima-se que apenas uma em cada quatro
mulheres sintomáticas procura ajuda médica, já que é considerada de forma
errónea uma consequência natural da idade e sem tratamento eficaz, sendo por
isso uma epidemia silenciosa (Botelho, Silva, & Cruz, 2007). As principais
causas da incontinência urinária são a perturbação cerebral, a infeção, as
alterações das vias do sistema nervoso central, as alterações do reflexo
uretrovesical e as lesões nos tecidos. Os fatores que estão afetados são a
consciência da necessidade de urinar, a capacidade cortical para inibir a
micção, e a reação do cérebro ao enchimento da bexiga (Weigel & Potter,
2010).
As evidências sobre a importância da qualidade de vida dos indivíduos têm vindo
a aumentar de interesse. Este é um construto aplicado a vários níveis, da
medicina à saúde pública, da sociologia à economia e da política à psicologia.
Contudo, permanece uma falta de consensualidade na definição do conceito (Pais-
Ribeiro, 2009). O conceito de QV da Organização Mundial da Saúde (OMS) inclui
uma perspetiva cross-cultural, sendo esta descrita como uma perceção individual
sobre a própria posição na vida num determinado contexto cultural e sistema de
valores nos quais o indivíduo vive, e em relação aos seus objetivos,
expectativas, metas e preocupações/interesses. Este conceito positivo de saúde
enfatiza os recursos pessoais e sociais, assim como as capacidades físicas do
indivíduo (Pais-Ribeiro, 2009). Dado que a saúde surge como um domínio
importante da QV é fulcral considerar a gravidade da IU em relação à sua
sintomatologia, ao seu impacto psicológico e social e à forma como afeta as
atividades de vida diária, as atividades sociais, as relações e as emoções de
uma forma geral. Estudos têm referido que os diferentes tipos de IU afetam de
forma distinta a QV da mulher. As mulheres com IU de urgência apresentam pior
QV, atribuível à sintomatologia urinária, quando comparadas com as que
apresentam IU de esforço (Kelleher, Cardozo, Khullar, & Salvatore, 1997).
Um estudo realizado por Grimby, Milsom, Molander, Wiklund, e Ekelund (1993),
evidenciou níveis significativamente mais elevados de dificuldades emocionais e
de isolamento social em mulheres com IU de urgência e mista do que as que
sofrem de IU de esforço. De igual modo, as mulheres com IU de urgência
apresentam mais distúrbios do sono o que contribui para uma diminuição da QV.
Outro estudo que comparou o impacto do tipo de IU sobre a QV em mulheres que
realizaram tratamento fisioterapêutico revelou que a maioria apresentava
incontinência urinária mista, tendo este tipo de incontinência um impacto
negativo significativamente maior sobre a QV, sobretudo no domínio da perceção
geral da saúde em comparação com as doentes com incontinência urinária de
esforço (Dedicação, Haddad, Saldanha, & Driusso 2009). Os sintomas que mais
afetam a QV das mulheres estão associados à urgência miccional, à IU de
esforço, à frequência urinária e à incontinência de urgência (Knorst, Resende,
& Goldim, 2010).
Investigações indicaram que existem vários fatores associados com a qualidade
de vida das mulheres com incontinência, designadamente fatores do foro
ginecológico, obstétrico e sociodemográfico (Botlero, Davis, Urquhartb,
Shortreed, & Bell, 2009; Correia et al., 2009; Basak et al., 2013; Sensoy,
Dogan, Ozek, & Karaaslan, 2013; Kirss, Lang, Toompere, & Veerus, 2013).
Pelo exposto, a IU é uma condição que afeta de forma negativa a QV das mulheres
no seu contexto biopsicossocial pelas limitações impostas pela patologia.
Assim, urge a necessidade de reunir esforços para sensibilizar os profissionais
de saúde para a adoção de medidas de saúde uroginecológicas que previnam ou
tratem precocemente a IU na população feminina.
Questões de Investigação
Perante esta problemática, pretende-se responder às seguintes questões de
investigação: Qual a perceção da qualidade de vida das mulheres com
incontinência urinária? Qual a influência do tipo de incontinência urinária na
qualidade de vida? Quais as variáveis que influenciam a qualidade de vida das
mulheres com incontinência urinária?
Metodologia
Realizou-se um estudo transversal analítico. Recorreu-se a uma amostragem não
probabilística por conveniência, constituída por mulheres com incontinência
urinária, utentes de um Centro de Saúde e de um Hospital da região centro de
Portugal. Os dados foram recolhidos entre 2011 e 2012. O estudo teve
autorização do Agrupamento de Centros de Saúde e do Hospital, e da Comissão
Nacional de Proteção de Dados, da qual se obteve a respetiva autorização (CNPD
referência 20.789.050). Consideraram-se os seguintes critérios de inclusão:
presença de sintomatologia de incontinência urinária, sem outra patologia
associada; capacidade para falar, ler e escrever; e autorização escrita e
individual para a participação no estudo depois de concedidas as devidas
informações e esclarecimentos relativos ao estudo.
A recolha de dados foi efetuada através de um questionário aplicado face a
face, constituído por variáveis sociodemográficas, obstétricas e ginecológicas,
e o King's Health Questionnaire para avaliar a qualidade de vida das mulheres
com IU. O King's Health Questionnaire encontra-se validado para a população
portuguesa (Tamanini, D´Ancona, Botega, & Rodrigues Netto Jr, 2003) e
categorizado em nove domínios: perceção geral da saúde, impacto da
incontinência urinária, limitação de atividades diárias, limitação física,
limitação social, relações pessoais, emoções, sono/energia e medidas de
gravidade, sendo que, a primeira parte do questionário reporta-se à perceção
geral de saúde e ao impacto da incontinência e na segunda parte são explorados
seis domínios: papel, limitações físicas e sociais, pessoais, relacionamentos,
as emoções e o sono. É pontuado por cada um dos seus domínios. As pontuações
variam de 0 a 100 e quanto maior a pontuação obtida, pior é a qualidade de
vida. Com o objetivo de ilustrar a qualidade de vida estabelecemos os seguintes
pontos de corte: ≤ 50 - qualidade de vida fraca; 51 a 66 - qualidade de vida
moderada e ≥ 66 - qualidade de vida elevada, com base na fórmula de grupos
extremos de corte (Pestana & Gageiro, 2005). Utilizou-se a estatística
paramétrica e não paramétrica recorrendo-se a esta última quando as condições
de aplicação da primeira não se verificavam, principalmente quando os tamanhos
amostrais não eram homogéneos, isto é, o quociente entre o N maior sobre o N
menor é superior a 1,5. Como testes paramétricos fizemos uso do teste t de
student para amostras independentes, análise de variância a um factor para
comparação de médias em mais de dois grupos amostrais e como teste não
paramétrico o teste de U Mann Whitney em substituição do teste t e o teste de
qui quadrado para variáveis nominais.
No processamento e análise dos dados foi utilizado o programa Statistical
Package for the Social Sciences (SPSS 20.0.). A amostra final ficou constituída
por 305 mulheres com incontinência urinária, com idades entre os 29 e os 75
anos (X= 50,01±10,37 anos). A maioria das mulheres era de raça branca (98,0%),
nacionalidade portuguesa (95,4%), casadas/união de facto (90,1%), domésticas
(30,9%), desempregadas (54,9%), a maioria com habilitações literárias o 3º
ciclo de escolaridade (70,2%), residentes em vila (44,7%) e classifica o seu
rendimento mensal entre os 500 e os 1000 euros (47,7%).
Resultados
No que concerne à qualidade de vida em função da idade das mulheres inquiridas,
verifica-se que 39,5% apresenta uma qualidade de vida elevada, 38,4% das
mulheres apresenta uma qualidade de vida fraca e 22,1% uma qualidade de vida
moderada. Estratificando por grupos etários, observamos que a maior percentagem
das mulheres que referiu uma qualidade de vida fraca e moderada tem uma idade ≤
45 anos (40,7% vs. 37,0% e 27,4% vs. 18,8%; respetivamente) e a maior
percentagem de mulheres que mencionou uma qualidade de vida elevada tem uma
idade ≥ 46 anos (44,2% vs. 31,9%); embora as diferenças entre a idade e o total
da qualidade de vida não sejam significativas (p=0,071). Contudo, a idade
associou-se com algumas dimensões do King's Health Questionnaire,
designadamente com a perceção geral da saúde (p<0,001); limitações nas
atividades diárias (p=0,001); limitações físicas (p=0,001) e com a dimensão
emoções (p=0,05).
Em relação ao tipo de incontinência, a prevalência de IU de esforço foi de
71,9% e de IU de urgência de 23,4%. Na amostra total, 39,5% das mulheres com IU
referiram elevada qualidade de vida, 22,1% moderada qualidade de vida e 38,4%
fraca qualidade de vida.
Das mulheres com IU de esforço, 17,9% referiram fraca qualidade de vida; 30,0%
moderada e 52,2% elevada qualidade de vida, com diferenças estatisticamente
significativas (p<0,001). Das mulheres com IU de urgência, 50,0% referiram
fraca qualidade de vida; 14,3% moderada e 35,7% elevada qualidade de vida, com
diferenças estatisticamente tangenciais (p=0,05; Tabela_1).
Da análise descritiva das variáveis obstétricas verificamos que as mulheres
estiveram grávidas uma a quatro vezes, mais de metade das mulheres teve dois
filhos (54,1%), teve um parto normal (54,1%) e esteve em trabalho de parto no
primeiro filho 7 ou mais horas (39,7%), no segundo filho 7 ou menos horas
(37,2%) e no terceiro filho 4 ou menos horas (41,9%). Verificou-se que 80,0%
das mulheres referiu não ter lesões pélvicas, como lacerações durante os
partos. A maioria das mulheres teve filhos com peso superior a 4 Kg (72,5%).
Relativamente às variáveis ginecológicas e analisando o número de anos de perda
de urina verificou-se um mínimo de 1 ano e um máximo de 30 anos de perda de
urina, a maioria das mulheres perde urina há 5 ou menos anos (35,1%) e há 10 ou
mais anos (35,1%). Em relação ao número de infeções vaginais/dermatites que
apresentaram durante o último ano foi de 1 a 6 episódios. A maioria das
mulheres não tem conhecimentos dos exercícios de Kegel (84,3%), nunca foi
submetida a cirurgias para correção da incontinência urinária (98,0%); usa
pensos absorventes (84,6%) e não associa o início da perda de urina a algum
momento da sua vida (98,9%).
A qualidade de vida total associou-se com variáveis sociodemográficas - estado
civil (p<0,01), situação profissional atual (p<0,001) e rendimento mensal
(p<0,001); com variáveis obstétricas - índice de massa corporal (p<0,01),
número de filhos (p<0,001) e peso da criança à nascença (p<0,001); com o tipo
de incontinência - IU de esforço (p<0,001; Tabela_2).
Discussão
É extremamente importante avaliar o impacto e a perceção da qualidade de vida
em mulheres com IU. Vários estudos têm concluído que as mulheres com IU
frequentemente apresentam uma diminuição da sua qualidade de vida (Correia et
al., 2009; Lasserre et al., 2009; Basak et al., 2013).
Os dados obtidos no presente estudo estão em consonância com os alcançados por
Dedicação et al. (2009), no que se refere à IU causar um importante e
substancial impacto negativo na QV das mulheres, ainda que as mesmas tenham
percecionado a sua QV geral como moderada. No referido estudo também se
evidenciaram as mulheres com IU de esforço com pior qualidade de vida,
corroborando também os dados obtidos por Oliveira et al. (2010). Salvaguarda-se
o caráter subjetivo da avaliação da QV, que pode ocorrer da diversidade de
fatores sociais, culturais, religiosos e higiénicos que cada participante
possui.
A incontinência urinária é um problema relativamente frequente e desagradável.
Em relação aos aspetos obstétricos e analisando o estudo de Albuquerque et al.
(2011), 65,5% das mulheres engravidou pelo menos uma vez, o mais frequente foi
duas gestações e uma gestação, das quais a maioria foi sujeita a cesariana, o
que não corrobora os dados obtidos na presente investigação, na medida em que
se verificou que houve uma prevalência de mulheres que teve parto normal.
Constatou-se, ainda, que grande parte das mulheres não tem conhecimento dos
exercícios de Kegel. Este tipo de exercícios pela sua simplicidade e reduzido
custo devem ser sempre recomendados, não apenas como tratamento inicial das
incontinências ligeiras, mas sobretudo como medida preventiva após o parto
vaginal ou cirurgias sobre a região pélvica (Botelho, Silva, & Cruz, 2007).
Como demonstram os resultados, vários são os fatores de risco associados à IU,
estando os mesmos descritos na literatura, como por exemplo a idade, a
nacionalidade, o índice de massa corporal, o número de filhos, as lesões
pélvicas no trabalho de parto, o peso da criança à nascença, o exercício
físico, entre outros; sugerindo que esta é parte de um problema complexo,
decorrente da sua natureza multifatorial, em virtude das transformações
vasculares e do sistema nervoso central, que afetam os mecanismos de controlo
da bexiga, particularmente com o avanço da idade (Albuquerque et al., 2011;
Basak et al., 2013; Sensoy et al., 2013).
Os resultados apresentados em relação às variáveis ginecológicas sugerem a
necessidade de fazer um rastreio dos sintomas urinários e dos fatores a eles
associados, para que possam, o mais precoce possível, ser detetados pelos
profissionais da saúde, que devem estar atentos à condição altamente frequente
entre as mulheres, possibilitando, assim, uma adequada abordagem preventiva
(Dellú, Zácaro, & Schmitt, 2008). Neste sentido, Dellú et al. (2008)
referem que as atividades sociais, familiares e profissionais podem ficar
restritas em mulheres com incontinência urinária e diminuir a sua qualidade de
vida, ao gerar isolamento social e stresse emocional, associado ou não à
sensação de inferioridade e depressão, adicionando-se a tais consequências
físicas e sociais a encargos financeiros, que é substancial e crescente.
Conclusão
A incontinência urinária tem impacto na vida da maioria das mulheres,
ressaltando a incontinência urinária de esforço. Na generalidade, constatou-se
que a QV, avaliada pelas suas subescalas, é influenciada pela idade,
nacionalidade, situação profissional atual, área de residência, índice de massa
corporal, número de filhos, lesões pélvicas no trabalho de parto, peso da
criança à nascença, anos de perda de urina, incontinência urinária de esforço e
incontinência urinária de urgência. O tipo de parto não interferiu em nenhuma
subescala da qualidade de vida.
A incontinência urinária provoca alterações nas várias dimensões da vida de uma
mulher, quer pelas limitações fisiológicas impostas pela doença, quer pelo
confronto psicológico face à inibição social e familiar, o que determina
implicações na QV. A conjugação da metodologia qualitativa com a quantitativa
poderá contribuir para o esclarecimento desta problemática ao procurar estudar
a experiência/vivência deste fenómeno, privilegiando a interpretação da
experiência vivida pelas mulheres, não só para as conhecer melhor, mas também
para saber como intervir no sentido das suas necessidades. De igual modo seria
necessário perceber se os profissionais de saúde, nomeadamente médicos e
enfermeiros, estão a agir de forma a prevenir a incontinência urinária, e se
revelarão a preparação e os conhecimentos necessários para ajudar essas
mulheres a ultrapassar esta situação de morbilidade.
Considera-se fundamental que o enfermeiro esteja atento a esta problemática e
consiga intervir precocemente a fim de ajudar a mulher a prevenir a IU através
da realização de exercícios de Kegel e consciencialização da importância da
prevenção e intervenção atempada.