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EuPTCVHe0874-02832015000600014

EuPTCVHe0874-02832015000600014

variedadeEu
Country of publicationPT
colégioLife Sciences
Great areaHealth Sciences
ISSN0874-0283
ano2015
Issue0006
Article number00014

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Clarificação do conceito «recuperação cirúrgica retardada» para uso na prática clínica

Introdução O diagnóstico de Enfermagem «recuperação cirúrgica retardada» foi incluído na classificação NANDA-I em 1998, contido no Domínio 11 de Segurança e Proteção.

Está definido como extensão do número de dias de pós-operatório necessários para iniciar e desempenhar atividades que mantêm a vida, a saúde e o bem-estar (Herdman & Kamitsuru, 2014, p. 404).

A necessidade de se analisar conceitualmente um diagnóstico vem do facto de que, muitas vezes, alguns conceitos são utilizados de forma equivocada ou incompreendida pelos profissionais de Enfermagem devido a terminologia confusa ou ao modo como foram construídos (Moreira et al., 2014). Verifica-se assim a necessidade de estratégias que ajudem na sua elaboração para que sejam claramente expostos quanto à sua representação da realidade (Andrade, Fernandes, Nóbrega, Garcia, & Costa, 2012; Moreira et al., 2014). Desta forma, a análise de conceito pode ser definida como um método utilizado para especificar ou clarificar um conceito existente e tem a finalidade de delinear atributos ou características do fenómeno estudado (Walker & Avant, 2011).

Apesar de «recuperação cirúrgica retardada» ser um diagnóstico claramente esperado na prática de Enfermagem cirúrgica, associado à deteção precoce das complicações cirúrgicas, são escassos os estudos que o enfocam. Após pesquisa na literatura, verificou-se a dificuldade dos enfermeiros na identificação deste diagnóstico na prática clínica, bem como das suas características definidoras e fatores relacionados (Lopes, Moura, Raso, Vedovato, & Ribeiro, 2013; Pivoto, Lunardi Filho, Santos, Almeida, & Silveira, 2010; Silva, Viana, & Volpato, 2008).

Porém, num estudo de Santana, Amaral, Pereira, Delphino, e Cassiano (2014), encontraram-se estimativas sobre a ocorrência do diagnóstico de «recuperação cirúrgica retardada». Mediante a amostra de 72 indivíduos, entre eles adultos e idosos cirúrgicos, o diagnóstico teve uma prevalência de 36,67%, havendo aumento relativo da taxa do diagnóstico nos idosos (77,1%) em comparação à dos adultos (75,7%).

Estes dados evidenciam a importância da utilização deste diagnóstico na prática clínica e a necessidade de clarificação da ocorrência do diagnóstico. Além disso, poderá auxiliar na deteção precoce e prevenção dos achados clínicos do diagnóstico em estudo e permitir o emprego adequado do diagnóstico de Enfermagem na prática clínica.

Para oferecer uma assistência qualificada, direcionada às necessidades do paciente cirúrgico, é necessário que os profissionais de Enfermagem identifiquem corretamente os diagnósticos de Enfermagem desta área (Moreira et al., 2014). A identificação acurada e precisa do diagnóstico de Enfermagem «recuperação cirúrgica retardada» é uma ferramenta essencial para promover orientação adequada acerca da recuperação plena, realização correta do curativo cirúrgico, prevenção de infeção, alimentação adequada e retomada das atividades rotineiras. Por conseguinte, haverá contribuição para redução das complicações pós-operatórias (Meeker & Rothrock, 2011).

Diante do exposto, tem-se como objetivo analisar o conceito do diagnóstico de Enfermagem «recuperação cirúrgica retardada».

Desenvolvimento Realizou-se a análise do conceito do diagnóstico de Enfermagem «recuperação cirúrgica retardada». Em função da clara aplicabilidade teórico-prática para os diagnósticos de Enfermagem (Guedes & Lopes, 2010), optou-se pelo modelo proposto por Walker e Avant (2011). Esse modelo é constituído por oito passos: - seleção do conceito; - seleção dos objetivos da análise conceitual; - identificação dos possíveis usos do conceito; - determinação dos atributos definidores (elementos diagnósticos diferenciais do fenómeno); - desenvolvimento de casos-modelos; - desenvolvimento de outros casos; - identificação de antecedentes e consequentes; e - definição de referências empíricas.

Após a seleção do conceito a ser analisado, estabeleceu-se o objetivo da análise: determinar os atributos críticos e definições operacionais do conceito «recuperação cirúrgica retardada». Na terceira fase do estudo, para obter estudos referentes ao tema, foi realizada uma revisão integrativa da literatura. A pesquisa foi realizada nas bases de dados MEDLINE via PubMed, LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), BDENF (Banco de dados de Enfermagem) e CINAHL (Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature), no período de janeiro a fevereiro de 2012, utilizando os descritores: «diagnóstico de Enfermagem», «Enfermagem perioperatória» e «cuidados pós-operatórios», tanto em português quanto em inglês e associados entre si. Foram incluídos artigos disponibilizados na íntegra em inglês, português e espanhol. De um total de 222 artigos encontrados, foram recuperados na íntegra um total de 92 artigos. Destes, retiraram-se 54 repetidos, restando 38 artigos selecionados. Após a leitura completa destes 38 artigos, selecionaram-se nove estudos que faziam referência ao diagnóstico de Enfermagem «recuperação cirúrgica retardada».

Realizou-se a leitura aprofundada dos artigos, sendo identificadas e organizadas, em instrumento próprio. As definições operacionais para cada característica definidora e cada fator relacionado com o diagnóstico de Enfermagem «recuperação cirúrgica retardada», bem como dos atributos encontrados na literatura mas que não constavam a priori na classificação.

As fases posteriores de determinação dos atributos definidores, desenvolvimento de casos-modelos, desenvolvimento de outros casos, identificação de antecedentes e consequentes e definição de referências empíricas serão posteriormente descritas para melhor compreensão. Pesquisou-se a definição de cada atributo para aprofundar a análise dos mesmos. As definições pouco delimitadas na revisão foram complementadas em dicionários e/ou em literatura básica da área de Enfermagem cirúrgica.

Os resultados do estudo foram apresentados por meio de categorias temáticas advindas das fases de análise conceitual. Como este estudo não envolveu investigação com seres humanos, não foi necessário o encaminhamento à Comissão de Ética em investigação.

Uso do conceito Com a revisão integrativa da literatura, identificou-se a escassez de utilização do conceito «recuperação cirúrgica retardada» na área da Enfermagem.

Comummente, encontram-se enfermeiros que identificam no paciente integridade da pele prejudicada, mobilidade física prejudicada, dor aguda, prolongamento dos dias de internamento (Pivoto et al., 2010; Silva et al., 2008). Contudo, na literatura, são escassos os relatos referentes especificamente ao diagnóstico de Enfermagem «recuperação cirúrgica retardada» (Appoloni, Herdman, Napoleão, Carvalho, & Hortense, 2013; Santana et al., 2014). Tal não quer dizer que este fenómeno não ocorra na prática clínica. Porém, definido principalmente como complicações pós-operatórias e com uma concentração de estudos na área médica, no cuidado com deiscências, na prevenção de infeções pós-operatórias, na prevenção de complicações respiratórias, entre outras (Feijó, Cruz, & Lima, 2008; Lenardt, Melo, Betiolli, Seima, & Michel, 2010; Meeker & Rothrock, 2011).

Com base na literatura científica, observa-se que a definição de «recuperação cirúrgica retardada» está ligada a uma ideia central, que pode ser definida pelo aumento do número de dias de pós-operatório, dificuldade para o autocuidado e demora na cicatrização da ferida, permitindo a discussão do conceito para a prática clínica (Feijó et al., 2008; Pivoto et al., 2010; Silva et al., 2008).

Atributos definidores Os atributos definidores, também chamados atributos críticos, são características que atuam como elementos para diagnósticos diferenciais, isto é, para discriminar o que é uma expressão do conceito do que não o é. São os elementos constituintes do conceito que o definem teórica e operacionalmente. O conjunto de atributos é o que torna possível a identificação de situações do mesmo (Walker & Avant, 2011). Esses são descritos na Tabela_1.

Adiar o retorno às atividades de trabalho e emprego é decorrente de um processo de recuperação atrasado, retardando as atividades habituais de vida e de trabalho (Meeker & Rothrock, 2011), decorrente da não recuperação plena.

A dificuldade para movimentar-se pode ocorrer durante a recuperação cirúrgica e caracteriza-se pela restrição no movimento físico, devido à própria sensação de dor comum neste período, às condições ortopédicas e/ou presença de drenos que restringem a movimentação do corpo (Pivoto et al., 2010; Silva et al., 2008).

Frequentemente o utente necessita de ajuda para completar o autocuidado, que se sabe que os procedimentos cirúrgicos geralmente provocam alteração na satisfação do autocuidado devido à dor e fadiga, com dificuldade para o banho/ higiene, vestir-se e alimentar-se (Silva et al., 2008).

A dificuldade para o autocuidado, bem como o adiamento das atividades de trabalho e emprego, relacionam-se com a não recuperação plena e por isso consideram-se características definidoras (Meeker & Rothrock, 2011; Pivoto et al., 2010; Silva et al., 2008).

Para perceção de que é necessário mais tempo para recuperação, sugere-se a reformulação para relato de que é necessário mais tempo para recuperação. Este atributo refere-se à perceção que o paciente tem da sua recuperação (Lopes et al., 2013). Este pode relatar que ainda não se sente totalmente recuperado e que necessita de mais alguns dias para a recuperação plena. A reformulação do atributo julgou-se importante para que não houvesse confusão com o fator relacionado com as expetativas pós-operatórias. Além disso, deixa claro que se trata das considerações do paciente sobre a sua recuperação.

Quanto à evidência de interrupção na cicatrização da área cirúrgica, os autores definem como algo inesperado, que acontece após um procedimento cirúrgico.

Apontam a deiscência da sutura como uma complicação comum da ferida operatória (Appoloni et al., 2013; Feijó et al., 2008; Lenardt et al., 2010; Meeker & Rothrock, 2011). A deiscência da sutura é uma grande preocupação por se tratar de um evento que leva a uma recuperação prolongada (Feijó et al., 2008; Lenardt et al., 2010).

Pode-se inferir também que a vermelhidão local, edema e secreção amarelada também estão frequentemente associados ao diagnóstico. Ou seja, se a ferida operatória apresenta um dos sinais supracitados, pode-se afirmar que o indivíduo apresenta a sua «recuperação cirúrgica retardada».

Considera-se a evidência de interrupção na cicatrização um termo genérico que pode comprometer o enfermeiro a não aplicar o diagnóstico pela sua não compreensão. Sugere-se assim a complementação deste termo por evidências específicas como edema na ferida cirúrgica, hiperemia na ferida operatória, presença de secreção na ferida operatória e deiscência da sutura, observáveis quando interrupção na cicatrização.

De acordo com os resultados observados nos artigos verificou-se que fadiga e relato de dor podem ser considerados mais diagnósticos reais do que características definidoras em si (Lasaponari et al., 2013; Lenardt et al., 2010; Lopes et al., 2013; Pivoto et al., 2010). Ou seja, se o paciente apresenta fadiga durante a sua recuperação não significa necessariamente que tem «recuperação cirúrgica retardada», pois pode estar relacionada com a patologia de base, comummente oncológica ou cardíaca, apresentando assim o diagnóstico de fadiga segundo a NANDA-I (Herdman & Kamitsuru, 2014).

O relato de dor pode ser um diagnóstico real (dor aguda) caso ocorra no início do pós-operatório, o que é expectável na maioria das cirurgias (Miranda, Silva, Caetano, Souza, & Almeida, 2011). Caso a dor persista, o paciente poderá apresentar o diagnóstico de dor crónica ou dor aguda persistente. Neste caso, essa dor constante pode ser um fator que contribui para o desenvolvimento de «recuperação cirúrgica retardada».

Caso modelo Esta etapa visa ilustrar o conceito através de um exemplo que contenha os seus atributos definidores. O caso deve representar um caso padrão, com o conceito e atributos essenciais (Walker & Avant, 2011). O propósito desta etapa é proporcionar uma demonstração prática do conceito, num contexto relevante.

Como modelo para «recuperação cirúrgica retardada» elaborou-se o seguinte caso: M.J.L., 67 anos, sexo masculino, em D15 de pós-operatório de reconstrução do trato intestinal. Obesidade (IMC=35,27) e Diabetes mellitus 25 anos, afirma necessitar de mais tempo para recuperação e preocupação com trabalho, pois não se sente totalmente restabelecido, com relato de dor e desconforto na ferida operatória abdominal, que se apresenta extensa, edemaciada, ruborizada, com exsudado seroso em média quantidade e deiscência no seu terço inferior.

Casos adicionais Para auxiliar na decisão quanto aos atributos realmente importantes para o conceito, são citados outros casos. Todos esses casos não são exemplos legítimos do conceito (Walker & Avant, 2011). São eles, segundo as autoras: casos relacionados (ilustram atributos além dos essenciais em foco), casos- contrários (são casos contrários ao caso modelo, exemplificando situações onde o conceito não está presente), casos ilegítimos (situação que não preenche os princípios estabelecidos para o conceito, sendo situações falsas, onde o conceito na verdade não está presente), casos-limítrofes (ilustra a dificuldade em afirmar elementos essenciais do caso modelo) e casos inventados (ilustrativo apenas da consistência dos atributos frente ao conceito). Como exemplo de casos adicionais será apresentado um caso-contrário e outro ilegítimo.

Caso-contrário: B.F.S., 20 anos, sexo feminino, sem comorbidades, em D2 de pós-operatório de tireoidectomia total, apresenta incisão cirúrgica de aproximadamente 6 cm na região anterior do pescoço, com cicatrização de primeira intenção e sem sinais de infeção, exsudado, edema ou vermelhidão, com provável alta para amanhã.

O caso contrário apresentado sugere que a paciente não apresenta atraso na sua recuperação cirúrgica (Walker & Avant, 2011).

Caso Ilegítimo: V.N.F, 49 anos, em D17 de internamento, com diagnóstico médico de cancro de bexiga metastásica para quadril D, refere dor 9, segundo Escala Visual Analógica (EVA) mais de oito meses. Realizou procedimento cirúrgico de confeção de cistostomia, cicatrizado e funcionante com urina límpida.

Aguardando esquema de controle da dor.

O caso ilegítimo demonstra que apesar do paciente apresentar prolongamento do tempo de internamento, não possui o diagnóstico de Enfermagem «recuperação cirúrgica retardada». Os diagnósticos de Enfermagem dor crónica e risco de infeção, são justificados pelo facto de não possuir nenhum outro atributo definidor crítico que indique complicação pós-operatória.

Antecedentes e consequentes Os antecedentes são situações, eventos ou fenómenos que precedem o conceito de interesse, enquanto os consequentes correspondem ao que aconteceu como consequência, observados como resultados do conceito (Walker & Avant, 2011). Ou seja, os antecedentes podem preceder e/ou contribuir para retardo na cicatrização da ferida operatória e consequentemente prolongamento no tempo de recuperação cirúrgica do paciente, estes apresentados na Tabela_2.

Como parte dos fatores relacionados (antecendentes), dor apresentou-se como um dos mais pertinentes, podendo levar a complicações pós-operatórias que podem prolongar o internamento. Logo, o alívio da dor reduz essas complicações (Lasaponari et al., 2013; Lenardt et al., 2010; Miranda et al., 2011; Pivoto et al., 2010; Silva et al., 2008). Dor no pós-operatório é um dos principais fatores que contribuem para a demora na alta hospitalar e o retorno ao hospital após a alta hospitalar (Pivoto et al., 2010), por isso considera-se fator relacionado.

Infecção pós-operatória no local da incisão pode ocorrer devido a diversos fatores, como: tipo de ferida, saúde do paciente, falta de comunicação com o paciente, não conferência do prazo de validade dos materiais, falta de respeito pela sequência lógica de desenvolvimento do curativo e aos princípios de assépsia. Tais fatores podem elevar os riscos para infeção, comprometendo o processo de cicatrização e de recuperação da integridade da pele do paciente, exigindo maior permanência no hospital (Appoloni et al., 2013; Feijó et al., 2008; Meeker & Rothrock, 2011; Pivoto et al., 2010; Silva et al., 2008).

Obesidade, apesar de ser encontrada apenas num artigo, é considerada como um fator de risco devido à baixa irrigação do local do tecido adiposo. Logo, fluxo sanguíneo diminuído pode ocasionar demora na cicatrização (Côrtes, 2013).

Da mesma forma, expectativa pós-operatória, segundo autores (Lopes et al., 2013; Pivoto et al., 2010), corresponde aos sentimentos apresentados que podem contribuir para o atraso de sua recuperação (ansiedade, medo, preocupação, mudança de autoestima). Por isso sugere-se o uso de sentimentos pós-operatórios para clareza da sua definição. Ressalta-se que stresse, ansiedade e medo causam liberação de catecolaminas, que podem levar ao aumento de cortisol e consequente esgotamento muscular e proteico, prolongando o tempo de cicatrização da ferida cirúrgica (Lopes et al., 2013).

A idade avançada também pode contribuir para o atraso na recuperação devido às alterações fisiológicas decorrentes do envelhecimento, assim como as doenças crónicas (Côrtes, 2013; Meeker & Rothrock, 2011). A Diabetes mellitus foi o mais citado pela literatura, pela possibilidade de complicações vasculares e neuropáticas e aos efeitos inibitórios nos mecanismos de defesa, o que pode levar a alterações na fisiopatologia da cicatrização (Côrtes, 2013; Meeker & Rothrock, 2011). A deficiência nutricional, presença de edema e uso de corticóides, também podem diminuir a imunidade e agir como obstáculo à angiogénese (Côrtes, 2013; Lenardt et al., 2010; Meeker & Rothrock, 2011).

Da mesma forma, náuseas e vómitos trazem consequências como a demora do retorno às funções normais. Além disso, os pacientes que não apresentam melhora dos sintomas relacionados, podem ter alta hospitalar adiada, bem como a necessidade de internamento após procedimentos ambulatoriais.

Na montagem diagnóstica, os atributos críticos vão constituir as características definidoras, assim como os antecedentes vão constituir os fatores relacionados. No modelo proposto, os consequentes, tidos como resultados esperados, normalmente não são utilizados na montagem diagnóstica.

Porém, eles são de grande ajuda para direcionamento da pesquisa (Walker & Avant, 2011), apresentando correlações com estudos de resultados de Enfermagem (Johnson, Maas, & Moorhead, 2004). Tais fenómenos são relevantes para o diagnóstico de Enfermagem «recuperação cirúrgica retardada». Na Tabela_3 são apresentados os principais consequentes identificados de acordo com a análise conceitual.


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